O que mais te surpreende na Humanidade?
- O homem... Porque perde a saúde para juntar dinheiro, depois perde dinheiro para recuperar a saúde...
E por pensar ansiosamente no futuro, esquece do presente de tal forma que acaba por não viver nem o presente nem o futuro...
E vive como se nunca fosse morrer... E morre como se nunca tivesse vivido.
O texto é de um comercial
criado por Washington Olivetto
e que foi veiculado nos cinemas.
No filme , a tela fica toda branca
enquanto a narração diz o seguinte:
Esse comercial não tem mulher de biquíni,
não tem cachorro,
não tem criança,
não tem bebezinho.
Esse comercial não tem casal,
não tem criança,
não tem bebezinho.
Esse comercial não tem casal,
não tem beijo,
não tem família tomando café da manhã.
Esse comercial não tem música de sucesso,
não tem efeito especial,
não tem tartaruga jogando bola.
Esse comercial não tem gente famosa,
nem garoto propaganda.
Porque esse comercial é para vender um produto
que ninguém precisa ser convencido a comprar...
que você adora consumir
e que, por sinal
você até já comprou
não tem família tomando café da manhã.
Esse comercial não tem música de sucesso,
não tem efeito especial,
não tem tartaruga jogando bola.
Esse comercial não tem gente famosa,
nem garoto propaganda.
Porque esse comercial é para vender um produto
que ninguém precisa ser convencido a comprar...
que você adora consumir
e que, por sinal
você até já comprou
só que não estão entregando.
É um produto que não tem marca,
não tem slogan,
não tem embalagem,
nem faz promoção tipo “leve 3, pague 2”.
Esse comercial é todo branco,
e desse jeito
ele pode ser entendido aqui e no mundo inteiro.
Aliás, seria muito bom se esse comercial
pudesse passar no mundo inteiro.
Porque o produto que esse comercial quer vender é a
PAZ!
E enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra,
faça assim:
Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa
e use no trânsito,
use na fila do banco,
use no elevador,
use no futebol.
PAZ é um produto interessante!
Porque quanto mais você usa,
mais você tem.
E se todo mundo usar
quem sabe chegue o dia
em que ninguém mais
precise fazer um comercial
para vender a PAZ.
É um produto que não tem marca,
não tem slogan,
não tem embalagem,
nem faz promoção tipo “leve 3, pague 2”.
Esse comercial é todo branco,
e desse jeito
ele pode ser entendido aqui e no mundo inteiro.
Aliás, seria muito bom se esse comercial
pudesse passar no mundo inteiro.
Porque o produto que esse comercial quer vender é a
PAZ!
E enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra,
faça assim:
Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa
e use no trânsito,
use na fila do banco,
use no elevador,
use no futebol.
PAZ é um produto interessante!
Porque quanto mais você usa,
mais você tem.
E se todo mundo usar
quem sabe chegue o dia
em que ninguém mais
precise fazer um comercial
para vender a PAZ.

Luz, Paz e Compaixão
Senhor,
Fazei-me um instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz!
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais.
Consolar, que ser consolado.
Compreender, que ser compreendido.
Amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
É perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!
Fazei-me um instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz!
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais.
Consolar, que ser consolado.
Compreender, que ser compreendido.
Amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
É perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!
Por Carol

